Tudo bem, que para os criadores urbanos, de grandes canis, eles podem vender melhor, por serem muito mais "impressionantes", pela situação exótica. Também eles não precisarão disputar as fêmeas no cio, como ainda fazem os cães criados soltos. Também eles nem precisam acasalar naturalmente, porque tem pessoas prontas a ajudá-los na cobertura das fêmeas, quando eles não demonstram a capacidade natural.
Mas, pedimos que reconheçam nossos direitos de querer preservar os "feios", como dizem. Que criem seus cães modernos, que não duvidamos que sejam puros de raça. E nos deixem fazer nosso trabalho.
Estes cães chegam nas fazendas, com enormes pedigrees, e nas falas dos patrões aos peões, eles são melhores que os "pé duros" que os peões usam no trabalho com o gado, por serem "puros", e terem pedigree.
Respeitamos os pedigrees, mas respeitamos mais nossa história, nossas raças coloniais, e a rusticidade destas raças.